Faça parte do Setembro Dourado 2026 e ajude a conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil.
O Setembro Dourado é a principal campanha brasileira de conscientização sobre o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil. Em 2026, a mobilização ganha um tema norteador nacional, lançado pelo Ministério da Saúde, para fortalecer a comunicação, ampliar a informação qualificada sobre a doença e orientar ações de conscientização em todo o país. Conheça a Nota Técnica que apresenta as diretrizes da campanha.
Muitas histórias de câncer infantojuvenil começam de forma silenciosa, com sinais e sintomas que podem ser facilmente confundidos com condições comuns da infância. Quando o reconhecimento desses sinais demora a acontecer, o diagnóstico também pode chegar mais tarde.
Embora seja considerado raro, o câncer infantojuvenil costuma apresentar evolução rápida. Ao mesmo tempo, quando identificado precocemente e tratado de forma adequada, apresenta elevadas chances de cura.
Nesse contexto, o Setembro Dourado reforça a importância da atenção aos sinais, da conscientização da população e do fortalecimento da suspeição clínica pelos profissionais de saúde, contribuindo para reduzir o tempo entre o surgimento dos sintomas, o diagnóstico e o início do tratamento.
causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos no Brasil.
SIM, 2024
novos casos estimados, por ano, no país, entre 2026 e 2028.
Inca, 2026
chances de cura se tratado precocemente e em centros especializados.
Inca, 2024
Pela primeira vez, a Confederação Nacional de Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer (CONIACC), o Instituto Desiderata e a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE) unem esforços para construir uma comunicação nacional baseada em evidências, acolhimento e esperança, fortalecendo a conscientização sobre o câncer infantojuvenil e a importância do diagnóstico precoce.
Mas essa mobilização não pertence apenas às instituições que a construíram. Este é um movimento aberto, colaborativo e construído por muitas mãos. Seu verdadeiro impacto depende da participação de organizações, profissionais de saúde, empresas, escolas, gestores públicos, veículos de comunicação e cidadãos comprometidos com a saúde de crianças e adolescentes.
Junte-se ao Setembro Dourado 2026 e ajude a construir um Brasil mais atento aos sinais, mais consciente e mais comprometido em garantir que mais crianças e adolescentes tenham acesso ao diagnóstico e ao tratamento no tempo certo.
Use a moldura do Setembro Dourado na sua foto de perfil e ajude a levar essa mensagem para mais pessoas. Cada perfil ajuda a ampliar essa mobilização nacional.
Fonte: INCA
Trazemos aqui perguntas e respostas recorrentes sobre o câncer em crianças e adolescentes para ajudar mães, pais, cuidadores e responsáveis a olhar com mais atenção para os sinais e sintomas.
Se sua dúvida não estiver respondida nesta lista, envie um e-mail para faleconosco@campanhasetembrodourado.org.br
Caso a criança apresente sinais da doença, procure o centro de saúde mais próximo de sua residência e compartilhe com o médico cada um dos sintomas observados.
Vale ressaltar que os cânceres infantis são raros. Além disso, é importante ter em mente que os sintomas do câncer infantojuvenil se assemelham a inúmeras doenças, comuns na infância, por isso, é fundamental contar com os profissionais de saúde para que seja possível avaliar o quadro de saúde da criança.
É importante estar atento a sinais como perda de peso inexplicada, dor persistente, febre recorrente, manchas roxas sem motivo aparente, caroços anormais, palidez extrema e mudanças no comportamento
O câncer infantil é raro, representando aproximadamente 3% de todos os casos de câncer, conforme estimativa do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Apesar da baixa frequência, a conscientização sobre os sinais e sintomas e o diagnóstico precoce são fundamentais para aumentar as chances de sucesso no tratamento.
Recomendamos que procure o/a profissional de saúde que acompanha o desenvolvimento da criança ou adolescente ou o centro de saúde mais próximo de sua residência para uma avaliação. Se houver suspeita de alguma doença, o profissional de saúde realizará o exame clínico, solicitará os exames necessários e, quando indicado, fará o encaminhamento para investigação especializada.
O diagnóstico pode envolver a realização de exames físicos, exames laboratoriais e de imagem, como exames de sangue, radiografias, ultrassonografias, ressonâncias magnéticas e biópsias.
Diferentemente do que ocorre com o câncer em adultos, ainda não se fala em medidas de prevenção para o câncer em crianças e adolescentes. Isso porque ainda não há evidências de que haja relação entre fatores externos e o câncer infantil.
As causas dos fatores que podem desencadear o câncer infantil são, em sua maioria, desconhecidas. Estima-se que apenas 10% dos casos tenham sua origem genética ou hereditária, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca).
Por essa razão, a ênfase da abordagem da oncologia pediátrica é o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento adequado.
Caso seu filho receba um diagnóstico positivo para um câncer, esclareça suas dúvidas com o médico e procure compreender quais os próximos passos no processo do tratamento. Ter um suporte psicológico também é bem-vindo tanto para o paciente quanto para os familiares.
Convidamos você a acessar a cartilha “Orientações para cuidadores de crianças e adolescentes com câncer”. Neste material, você encontrará informações e recomendações que poderão lhe ajudar na rotina de cuidados.
O tratamento varia dependendo do tipo de câncer. Pode envolver tratamento de diversos tipos, como, por exemplo, cirurgia, quimioterapia, radioterapia, terapia alvo e, em alguns casos, transplante de células-tronco.
O ideal é procurar o profissional de saúde que acompanha a criança regularmente. Caso não tenha este especialista, dirija-se ao serviço de saúde mais próximo de sua residência.
O apoio emocional é fundamental. Mantenha a comunicação aberta, seja paciente e carinhoso. Envolver-se nas atividades do hospital e criar um ambiente positivo pode ajudar a criança a enfrentar o tratamento com mais confiança.
Convidamos você a acessar a cartilha “Orientações para cuidadores de crianças e adolescentes com câncer”. Neste material, você poderá encontrar informações e recomendações que poderão lhe ajudar na rotina de cuidados.
E não foram só as organizações. Mais de 200 pessoas também fizeram parte desse movimento.




















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